Eletromiografia 


A eletroneuromiografia, geralmente designada apenas por eletromiografia (EMG) é um exame que possibilita o diagnóstico de lesões dos nervos periféricos e dos músculos. A Drª Rosário Almeida é Médica Neurofisiologista responsável pelas EMGs na clínica MediBrain.

Patologias que beneficiam do diagnóstico dado pela EMG:
MONONEUROPATIAS:
Síndome do túnel do carpo
Síndrome do túnel cubital
Síndrome do canal de Guyon
Síndrome do túnel do tarso

POLINEUROPATIAS
PNP diabética,
PNP amiloidótica familiar (doença dos pezinhos)
PNP sensoriomotora

RADICULOPATIAS (compressão das raízes dos nervos que saem da coluna cervical e/ou lombar e que provocam dores e dificuldades nos movimentos dos membros superiores eou inferiores).

DOENÇAS DO NEURÓNIO MOTOR (ppor exemplo, esclerose lateral amiotrófica)


O exame consiste de duas partes: a eletroneurografia e a eletromiografia.

Durante a eletroneurografia, colocam-se no trajeto de alguns nervos e músculos elétrodos (sensores) cutâneos adesivos, sendo posteriormente aplicados pequenos estímulos elétricos em pontos capazes de produzir atividade nesses nervos e músculos, que é captada pelo equipamento. Geralmente estes estímulos são muito bem tolerados, até por crianças a partir dos 6-7 anos de idade.

Durante a eletromiografia, insere-se um único elétrodo (agulha) em determinado músculo, solicitando-se ao paciente que exerça algumas contrações musculares voluntárias com o objetivo de analisar a atividade dos músculos em estudo. Dado que a agulha é fina e revestida de um material que facilita a perfuração dos tecidos, desconforto causado é mínimo e perfeitamente tolerável.

O exame está contra-indicado em pacientes portadores de bypass cardíaco (eletroneurografia) e/ou que estejam medicados com anticoagulantes (eletromiografia).

Se vai realizar uma EMG, evite o uso de cremes hidratantes em qualquer parte do corpo nas 24 horas anteriores ao exame, pois vestígios desses produtos dificultam a aderência dos elétrodos.

Não deverá efetuar o exame em jejum.

O exame deve ser sempre bilateral, pois a maioria das doenças que afetam um membro também pode afetar o membro contralateral, e muitas vezes é importante comparar os resultados de um nervo ou músculo com aqueles do membro sadio.


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